29abr
Em Geral

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>Sopa Ayurvédica do Manju

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A comida que acompanha bem o estilo de vida de um praticante de Yoga é leve e satwica. O ideal é uma sopa com grãos. Segue uma receita dada no workshop de Manju Jois que aconteceu esse mês em Florianópolis (SC), ele garante que essa sopa deixará sua casa inteira com cheiro do Sul da Índia.


Ingredientes:

2 xícaras de lentilhas vermelhas

1 colher de chá de cúrcuma

3 colheres de óleo de gergelim

Pimenta calabresa a gosto

2 punhados de semente de coentro

1 punhado de cominho

1 colher de sobremesa de feno grego

1 colher de sobremesa de pimenta do reino em grãos

Leite de coco (opcional)

Sal e vinagre a gosto


Preparo:

Coloque as lentilhas em água fervente (o suficiente para cobri-las). Acrescente a cúrcuma e uma colher de óleo de gergelim. Enquanto a lentilha ferve, coloque o restante do óleo de gergelim em uma frigideira e acrescente todos os temperos, com exceção do sal e vinagre. Deixe que fritarem até sentir o aroma e moa tudo em um liquidificador. Se gostar de leite de coco pode acrescentar aos temperos enquanto bate.

Junte os temperos às lentilhas e deixe ferver por mais 15 minutos em fogo baixo. Finalize com sal e vinagre a gosto.

O professor ainda sugere acrescentar uma colher de arroz à sopa.

Agradecimento: Ana Cláudia Lopes

Foto: Rosangela Castellari

28abr
Em Geral

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>Kirtan online com Jai Uttal

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Queridos amigos,


Por muitos anos devotos de todos os lugares do mundo me procuraram na esperança de organizar um evento em sua comunidade. Apesar de aceitar muitos desses convites, por causa das realidades da vida diária – as dificuldades de viajar e a doce alegria de ser papai – cada vez mais me sinto incapaz de alcançar os muitos cantos da terra pessoalmente para compartilhar meus cânticos. Pra mim é sempre muito difícil dizer “não”.


A boa notícia é que, vendo milhares de devotos de kirtan online e interagindo diretamente comigo pelo Facebook, Twitter e e-mail, agora temos a oportunidade de assistir aos meus kirtans online.


Com o lançamento do BhaktiCast, oferecerei uma série de performances, aulas, conversas e concertos ao vivo, que você poderá experimentar no conforto da sua casa. Você também receberá acesso a arquivos de vídeos por seis meses após a transmissão. Seja parte do programa e sugira músicas, cânticos e tópicos de discussão.


Namaste,

Jai Uttal


inscreva-se aqui.

27abr
Em Geral

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>Yoga e Ayurveda

Por Gustavo Ponce

A maior parte dos ocidentais identifica o Yoga com posturas físicas (asanas), uma pequena parte dessa ciência milenar. Mas as posturas são um gancho para entrarmos em suas práticas espirituais, como os mantras e a meditação.

O Ayurveda é cada vez mais conhecido no ocidente como um sistema de medicina natural. Sem dúvida o aspecto físico da cura por meio de ervas e dietas é apenas uma pequena parte dessa ciência. A parte mais importante é a que trata da cura do corpo sutil e da mente (que inclui práticas iogues e meditação).

O que a maioria das pessoas desconhece é a relação estreita entre Yoga e Ayurveda. Primeiro de tudo, elas têm uma raiz comum: a tradição védica da Índia. Ambas as disciplinas se desenvolveram ao mesmo tempo e sempre foram usadas juntas. Por esse motivo, aqueles que se interessam por uma delas se beneficiam dos estudos da outra. A maioria dos livros de Yoga no ocidente fala muito pouco sobre o Ayurveda, mas não existe nenhum livro de Ayurveda que não fale de Yoga. Tanto o Yoga clássico quanto o Ayurveda enxergam o indivíduo como um todo, que não é apenas um corpo, mas sim mente e alma.

Aqueles que conheceram o Yoga apenas pelo aspecto físico podem não ter ideia da importância da sua conexão com o Ayurveda. O estudo combinado do Yoga e Ayurveda é de fundamental importância para cada disciplina e nos ajuda ver a vida de uma maneira totalmente diferente. O Yoga como terapia sempre foi prescrito no contexto ayurvédico. A terapia iogue clássica sempre foi ayurvédica em sua teoria e aplicação.

Se tomarmos como exemplo a prática das posturas, nos daremos conta que no Ayurveda existem três tipos principais de constituição física e mental que devem ser levados em conta para decidir que postura praticar e de que forma. Não podemos ignorar as particularidades individuais das estruturas corporais de cada indivíduo e suas características orgânicas. Os asanas devem ser usados como veículo para direcionar o prana (energia vital) para a parte do corpo que mais necessita dele. O prana tem efeito curativo e não o asana por si só.

Os três tipos de constituição no Ayurveda são: vata, pitta e kapha. As posturas feitas lenta e suavemente beneficiam vata; aquelas que têm por objetivo resfriar o corpo e relaxá-lo beneficiam pitta; e aquelas que são praticadas com rapidez, fluidez e calor beneficiam kapha. Há técnicas específicas de pranayamas (exercícios respiratórios) para cada tipo.

Um especialista em Ayurveda determina rapidamente qual sua constituição predominante. Os vatas normalmente têm um corpo fino e leve, com ossos pequenos. Tem grande flexibilidade e agilidade quando jovens, mas carecem de energia e resistência. Quando envelhecem ficam duros. Sofrem frequentemente de artrite depois dos 50. Sempre sentem frio, têm má circulação, pele seca e suas articulações estalam. São bastante nervosos e medrosos. Frequentemente adotam uma postura de desconfiança. Têm problemas na coluna como escoliose. Certos asanas são fundamentais para esse tipo e a falta de prática pode gerar sérios problemas, incluindo a inabilidade para meditar.

Os pittas têm uma constituição mediana ou normal, Não são nem muito altos nem muito baixos. Nem muito pesados nem muito leves. Geralmente têm boa musculatura e flexibilidade devido à sua circulação e lubrificação das articulações favorável. Psicologicamente os pittas são muito agressivos e gostam de brilhar em qualquer atividade. As posturas para esses biótipos devem ser aquelas que esfriam não apenas no nível físico, mas também mental e emocional.

Os kaphas têm um corpo físico pesado e grande, tendem a engordar com facilidade. Têm ossos curtos e em geral pouca flexibilidade. Por esse motivo os kaphas não devem fazer posturas como a do lótus e outras que não são apropriadas a esse biótipo. As mulheres kaphas podem ser magras quando jovens, mas frequentemente ganham muito peso quando envelhecem e principalmente depois de ter filhos. Os kaphas acumulam muco na região do peito. Tendem a ser sedentários e raramente estão fisicamente ativos, a não ser que sejam estimulados por alguém. Nesses casos são normalmente muito regulares em suas práticas. Têm uma digestão lenta e um metabolismo baixo.

Quando praticamos as posturas e pranayamas com alguns dos princípios básicos do Ayurveda em mente, nos beneficiamos de maneira ainda desconhecida até esse momento.

Eventos relacionados (clique na imagem para ampliar):


Gustavo Ponce é o criador do método Sattva Yoga, estuda e utiliza Yogaterapia, é a prova viva de que consciência pode levar à cura de qualquer doença e participará do Yoga pela Paz 2011. Para mais informações consulte www.sattvayoga.cl

26abr
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Saraswati – deusa do conhecimento

Tirado do livro Ayurveda Cultura de Bem Viver, de Márcia De Luca e Lúcia Barros

É a deusa do conhecimento e, como consorte de Brahma, a mãe de toda criação. Também está ligada à fertilidade e à purificação. Ao pé da letra, Saraswati é aquela que flutua. No Rig Veda, ela representa um rio e a divindade que o controla.

Outros nomes conferidos a Saraswati podem ser:
- Sarada: a doadora da essência;
- Vagisvari: aquela que domina a fala;
- Brahmi: a mulher de Brahma;
- Mahavidya: o conhecimento supremo.

Saraswati é considerada a personificação de todo o conhecimento, artes, ciências, artesanato, habilidades e práticas espirituais. Como o conhecimento é o oposto da ignorância, representada pelas trevas, a cor associada a essa deusa é o branco. Ela costuma ser representada sentada sobre uma flor de lótus, acompanhada por seu cisne, que simboliza a beleza e a pureza. Nas mãos, em geral segura vina, instrumento com o qual toca os sons imortais dos Vedas; aksamala, o mala, que indica sua ligação com o espírito; e pustaka, livro que representa as ciências.

Está escrito nas sagradas escrituras Upanishads que: trascendemos a fome e a sede através das ciências seculares mas obtemos imortalidade somente através das ciências espirituais. Esse conceito é reforçado na representação de Saraswati porque ela aparece ao lado do pavão e do cisne. O pavão, com sua linda plumagem, significa o mundo em toda sua glória e a ignorância (avidya) advinda da ilusão mundana. O cisne, com sua capacidade de separar o leite das águas, representa a sabedoria (viveka) e o conhecimento (vidya).


Saiba mais sobre:

O poder dos arqétipos

Shakti – o poder da Deusa

Shiva – o destruidor


Márcia De Luca é praticante, estudante e professora de Yoga e Ayurveda, autora de diversos livros sobre o assunto e idealizadora do Yoga pela Paz.

25abr
Em Yoga Marcadores , , ,

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Faxina interna

Por Eduardo Sobrosa

Os kriyás são técnicas do Yoga para a purificação do corpo e da mente. São técnicas de limpeza e exercícios que ativam os plexos e glândulas do nosso corpo proporcionando uma melhor fluidez da energia (prána) pelos diversos canais existentes, entre eles os três principais ao longo da coluna vertebral (ida, pingalá e sushumná nádís).

Quando a energia flui naturalmente, nossa mente e nossas emoções também se reequilibram despertando nosso estado de Paz e Felicidades naturais do Ser.

Essas purificações ajudam na manutenção do corpo e da mente. Ao pensar de forma negativa ou sentir emoções fortes por longo período de tempo, obstruímos os canais de energia do corpo possibilitando uma disfunção do organismo. Quando isso acontece, na medicina chinesa usa-se a acupuntura como uma das formas de reverter essas obstruções energéticas. Na Índia, na tradição do Yoga, usam-se as técnicas de purificação, as posturas (ásanas) e respiratórios (pranayamas) para essa desobstrução, é como se fizéssemos acupuntura no corpo todo, mobilizando a energia para cada célula do organismo, aumentando a vitalidade e longevidade do nosso corpo.

A prática de kriyás possibilita ao corpo e à mente funcionarem em equilíbrio e abrir espaço para o despertar da consciência de quem somos, percebendo que a Paz e Felicidade que tanto buscamos já estão em nós e não nos objetos externos.

Para os órgãos internos

Nauli kriya é o isolamento do músculo reto abdominal, pressionando os órgãos internos contra a coluna vertebral, elevando o diafragma, ao mesmo tempo em que se movimenta a musculatura abdominal. O exercício é feito sempre com os pulmões vazios. Durante o nauli kriyá o abdômen faz uma concavidade, ficando totalmente recolhido contra a coluna e para cima, enquanto que o músculo reto abdominal permanece projetado para frente, deslocando-se sinuosamente.

 

Esse exercício tonifica muito o abdômen, promove uma ótima massagem nos órgãos dessa região, mobilizando a energia nesses órgãos da digestão e aumentando a circulação sanguínea.

 

Para realizar o exercício fique em pé, com os pés paralelos e separados na largura dos quadris, apoie as palmas das mãos sobre as coxas com os dedos voltados para dentro e flexione levemente os joelhos, inclinando-se um pouco à frente.

Inspire profundamente, solte todo o ar e contraia a parede abdominal para cima e para trás, forçando o músculo reto abdominal a projetar-se à frente. Transfira então o apoio do tronco para o braço direito, mantendo o abdômen contraído. O reto abdominal tenderá a deslocar-se para esse lado. Em seguida mude o apoio, deslocando-o para a esquerda. Por fim, pressione firmemente ambos os lados, projetando o músculo para frente. Treine bastante desta forma, até conseguir efetivamente isolá-lo.

Depois passe à fase dinâmica: expire e contraia bem o abdômen, provocando um movimento ondulante e girando o reto para ambos os lados: primeiramente em sentido horário, deslocando o reto para a direita, para o centro e para a esquerda, promovendo com isso uma ótima massagem nos órgãos internos. Repita essa movimentação até completar pelo menos cinquenta contrações, descanse durante alguns fôlegos e reinicie-o, depois faça o nauli kriyá no sentido contrário, mais cinquenta vezes.

Alternativa mais simples
No início, caso você ainda não consiga fazer o nauli kriyá, recomendamos como preparatório o agnisára dhauti, que é o recolhimento do abdômen, pressionando os órgãos internos contra a espinha dorsal sugando bem o abdômen e depois soltando, fazendo diversas contrações para dentro e para fora, enquanto puder reter sem ar nos pulmões.

Fazendo este exercício, com o tempo será natural que você consiga evoluir para o nauli kriyá. É ideal fazer todos os dias pela manhã assim que acordar ainda com o estômago vazio.

Para o sinus

Neti kriyá é a atividade de purificação das mucosas nasais, o jala neti se faz com água.

Uma ótima limpeza para combater rinite, sinusite, enxaquecas, corizas ou resfriados. É excelente para limpar as mucosas nasais e facilitar o processo respiratório mais amplo. É contraindicado para pessoas que sofrem de hemorragias nasais frequentes.

 

Para fazer o jala neti, usa-se um pequeno bule de cerâmica chamado lota. Nele coloca-se água morna com um pouco de sal para fazer a lavagem nasal retirando o excesso de muco e possibilitando maior fluxo de ar.

Como usar o lota:

  1. Aqueça 500 ml de água filtrada ou mineral até ficar levemente morna.
  2. Adicione uma colher de chá rasa de sal de cozinha.
  3. A água morna tem função vasodilatadora e o sal (cloreto de sódio), dissociando-se em cloro e sódio, age como bactericida e antisséptico. O sal ajuda, ainda, a proteger o revestimento da mucosa nasal, bem como manter sua hidratação, tornando-a mais resistente aos agentes alergênicos como fungos e ácaros. A água sem o sal irrita a mucosa, causando ardência e ressecamento. Para sinusites, é opcional usar duas gotas de extrato de própolis e, para rinites alérgicas, duas gotas de limão.
  4. Coloque a água com sal no lota até encher.
  5. Introduza o bico do aparelho numa das narinas de modo que se encaixe perfeitamente, incline a cabeça para frente e para o lado deixando a boca entreaberta e respire pela boca devagar.
  6. Vá inclinando o lota para que a água entre pela narina e espere que ela saia do outro lado.
  7. Use todo o conteúdo de um lado e assoe o nariz devagar.
  8. Repita o procedimento para o outro lado.
  9. Em seguida, assoe o nariz vigorosamente várias vezes sem tampar nenhum dos lados.

Como evitar os erros mais comuns:

  1. Se você estiver na pia do banheiro não olhe no espelho. Olhe para seu cotovelo que deve estar elevado.
  2. Não incline demais a cabeça para o lado, a água pode escorrer para a garganta, não tem problema nenhum, mas não é adequado.
  3. Não abra demais a boca para respirar, relaxe deixe apenas entre aberta.
  4. Assoe as narinas sem tampar nenhuma delas, lembre-se a água se infiltra pelos capilares e tampar as narinas pode ocasionar uma pressão no tímpano.


Eduardo Sobrosa é natural de Florianópolis, cursou administração na graduação e engenharia ambiental no mestrado. Praticante de montanhismo desde 1997, onde encontrou seu caminho da prática espiritual em contato com a natureza.

Praticante de Yoga desde 2004, participou em cursos de formação em Yoga pela Uni-Yoga com Lucila Silva e pela Aliança do Yoga com Pedro Kupfer.Atualmente coordena as aulas na escola de Yoga Kailash em Florianópolis. yogakailash.com.br

21abr
Em Respiração

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>Yoga Dance – A prática da alegria de viver!

Por Fernanda Cunha


A prática de Yoga e a dança têm muito em comum! A junção de ambas deu origem ao Yoga Dance, que alia a consciência e os princípios do Yoga com a liberdade da dança de forma fluída e livre. Essa prática nos energiza ao mesmo tempo em que promove rejuvenescimento, utilizando uma dinâmica simples de dança e movimentos inspirados no Yoga.

Baseada no sistema dos chakras (vórtices de energia sutil no corpo), esta prática nos desperta para a expansão e o fluir com a nossa inerente alegria de ser, nossa autenticidade e nosso infinito potencial de amor, nos proporcionando estados de equilíbrio e bem-estar que vão além do físico.

Durante a prática são explorados elementos como respiração, presença, movimento, meditação e propósito em uma viagem aos sete chakras, e a relação entre música, movimento e chakra.

Liberdade
Vivemos em uma sociedade que nos incentiva a realizarmos mil tarefas ao mesmo tempo em níveis de perfeição muitas vezes inalcançáveis. Isso gera uma carga imensa de tensão que compromete o corpo e aprisiona o nosso espírito. Vivemos tão preocupados em como devemos nos portar, andar, nos vestir, nos mover que acabamos nos desconectando de quem realmente somos, passamos a ser apenas um produto da sociedade e das regras que ela nos impõe, vivemos em um “casulo” que nos aprisiona e nos limita.

O Yoga Dance vem para restaurar essa integração com a autenticidade, vem tirar esse peso de nossos ombros e nos mostrar que podemos e devemos sair desse “casulo” para sermos livres, nos identificando com quem realmente somos e o que mais desejarmos ser; permitindo que a alegria de viver flua livremente em cada célula do nosso corpo alimentando o nosso coração.

Durante a prática do Yoga Dance não há certo e errado, não precisamos nos mover de uma forma definida, mas sim deixar que o nosso coração dance da maneira que ele escolher em cada momento. Isso é liberdade! É aí que a prática se torna uma expressão do nosso coração e o corpo um veículo da alma.

O Yoga dance não se trata de uma prática de vinyasa (movimento sincronizado com a respiração), apesar de serem usados alguns elementos desse estilo de prática. Tampouco são sustentadas posturas durante o Yoga Dance, mas nos conectamos com o momento presente por meio da música, um elemento muito importante durante essa prática. Aprendemos a deixar a música vibrar de dentro para fora e os movimentos nascerem de maneira orgânica em cada momento.
Essa prática é acompanhada dos ritmos de todo o mundo, incluindo ritmos brasileiros, africanos, latinos, americanos, indianos, europeus, elementos da trance music e muitos outros.
A prática do Yoga Dance traz benefícios como:
• Mais equilíbrio para o seu corpo energético, através da fluidez dos chakras.
• Sentimento de mais entusiasmo, de estar mais vivo, feliz e confiante em seu corpo.
• Aumento na energia, na flexibilidade, no tônus muscular e na saúde cardiovascular.
• Relaxamento e rejuvenescimento.
• Experiência de imersão no momento presente.
• Exploração de todo o nosso potencial adormecido, nossa autenticidade, criatividade e essência.
• Despertar para a alegria de viver que é o potencial vibrante e inerente a todos nós.
• Começar exatamente de onde estamos, permitindo que o momento, o movimento, os chakras e a música nos levem.
• Libertação de qualquer julgamento e permitindo o dançar livremente no ritmo do coração de dentro para fora.
• Expansão do prana e exploração das infinitas possibilidades de cada momento.
Assim, o Yoga Dance é mais do que umaprática, é uma experiência de reconexão com nossa inerente alegria de ser e viver, vai além do físico e inclui a todos. Não é preciso ser um dançarino nem um iogue para se beneficiar desta prática.

Fernanda tem levado a prática do Yoga Dance e criado uma grande diversidade de práticas para diferentes populações nos EUA. Também oferece muitos workshops para todas as idades. Atualmente morando em São Paulo, ministra workshops por todo o Brasil sendo precursora da prática no Brasil. Em dezembro ministrará a primeira formação para professores de Yoga Dance no Brasil no centro de Yoga Montanha Encantada em Garopaba – SC. Para mais informações sobre seus programas e horários, visite: www.fernandacunhayoga.com
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