31mai
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5 Ritos Tibetanos

Por Parmatma Cris

Curso relacionado (clique na imagem para ampliar)

Parmatma Cris é hathaiogue e foi bailarina pela Royal Academy de Londres até a adolescência. Há 15anos Cris se aprofunda no caminho do Yoga, dança, antropologia e meditação.Shakti yogini iniciada em diversas vertentes do Yoga, foi professora residentedo ashram Parmarth Niketan, de Rishikesh (Índia), onde conduziu práticas deHatha e Kundalini Yoga, Cinco Ritos Tibetanos e Advaita Vedanta sob aorientação da Yogacharia Sadhavi Adha Saraswati. Recebeu os ensinamentos deKalachakra Lagutantra diretamente de SS o Dalai Lama após períodos de silêncioem retiros de Vipassana em Dharamsala. Há três anos residindo no Brasil, apóster se aprofundado nos conhecimentos e técnicas dos Cinco Ritos Tibetanos commonges, iogues, amigos e mestres na Tailândia, Índia, EUA e Europa, ParmatmaCris vem desenvolvendo uma linguagem única à prática dos Cinco Ritos Tibetanose Vinyasa Flow.

26mai
Em Pratique mais!

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>Sequências Flow and Let Go

Por Fernanda Cunha

Veja um vídeo com a prática completa AQUI.

Prática de Yoga Nidra
1. Prepare seu corpo e mente para o relaxamento, deite confortavelmente e leve sua mente a cada parte do seu corpo. Quando acabar, concentre-se na respiração.
2. Coloque uma intenção (sankalpa) em sua prática. Saiba mais sobre sankalpa AQUI.
3. Leve sua mente para sensações curtas de opostos (calor e frio, dor e prazer, alegria e tristeza).
4. Foque em uma visualização que te traga alegria.
5. Volte a repetir seu sankalpa.

Fernanda tem levado a prática do Yoga Dance e criado uma grande diversidade de práticas para diferentes populações nos EUA. Também oferece muitos workshops para todas as idades. Atualmente morando em São Paulo, ministra workshops por todo o Brasil sendo precursora da prática no Brasil. Em dezembro ministrará a primeira formação para professores de Yoga Dance no Brasil no centro de Yoga Montanha Encantada em Garopaba – SC. Para mais informações sobre seus programas e horários, visite: www.fernandacunhayoga.com
25mai
Em Geral

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>Flow and Let Go

 

 

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Veja um resumo das posturas e sequência de Yoga Nidra AQUI.
Leia mais sobre Yoga Nidra AQUI.

Fernanda tem levado a prática do Yoga Dance e criado uma grande diversidade de práticas para diferentes populações nos EUA. Também oferece muitos workshops para todas as idades. Atualmente morando em São Paulo, ministra workshops por todo o Brasil sendo precursora da prática no Brasil. Em dezembro ministrará a primeira formação para professores de Yoga Dance no Brasil no centro de Yoga Montanha Encantada em Garopaba – SC. Para mais informações sobre seus programas e horários, visite: www.fernandacunhayoga.com
25mai
Em *Yoga pela Paz 2112, Participantes 2012, Respiração

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>Diversidade no Yoga

Enquanto a prática do Yoga se torna cada vez mais popular pelo Brasil, os métodos que aparecem por aqui continuam se diversificando.

A cultura tibetana tem muito a oferecer para os iogues curiosos, que se alimentam da diversidade que a prática pode tomar. A prática dos Cinco Ritos Tibetanos pode complementar a prática regular de Hatha Yoga e oferecer novas ferramentas para a saúde do corpo e da mente.

Saiba mais nessa entrevista com a professora Parmatma Cris:


1. O que são e qual a origem da prática dos cinco ritos tibetanos? Os cinco ritos tibetanos são cinco séries de kriyas-vinyasa realizadas a partir de cinco posturas de Yoga (asanas). Essas sequências são executadas em movimentos simples, equilibrando nossos sete centros de energia vital (chakras) e todo o sistema hormonal a partir do estímulo às glândulas pineal, pituitária, tireoide/paratireoide, timo, pâncreas, adrenais e gônadas.

Essa expansão do fluxo da energia vital se dá a partir da respiração, força geradora de cada movimento em cada exercício (kriya).

Essas sequências têm origem em um mosteiro no antigo Tibet. Embora não fossem guardadas como secretas, o difícil acesso geográfico as tornava inacessíveis à maioria das pessoas. Muitos passaram a acreditar que os conhecimentos capazes de retroceder o envelhecimento natural do corpo fossem uma lenda.

Tendo ouvido muito sobre esse lugar nos anos em que vivera na Índia, um coronel inglês, já aposentado, resolveu encontrar o monastério e viver com esses monges para aprender a antiga prática milenar de rejuvenescimento e expansão de vitalidade e saúde.

Após alguns anos no monastério, e tendo ele próprio se tornado um exemplo vivo do poder da prática dos ritos, o coronel inglês retornou ao ocidente, onde começou a compartilhar a prática hoje conhecida como os cinco ritos tibetanos.

2. O que são kryas? Quais são os kryas utilizados nessa prática? Um uso comum da palavra kriya denota ação, esforço ou movimento completo com um objetivo específico.

Na prática dos cinco ritos tibetanos, os kriyas são os cinco exercícios que executamos, os quais nos levam a um caminho de purificação e elevação através do não esforço, resultante da combinação entre respiração, movimento e atenção plena.

Os kriyas dos ritos tibetanos são sempre executadas sob o princípio de vinyasa, onde a respiração conduz cada movimento desde a postura da montanha, até os asanas de camelo, mesa, cachoro espreguiçando e cobra, em movimentos repetidos de 3 a 21 vezes, com integração em relaxamento profundo para absorção dos benefícios da prática.

3. Quais os benefícios dessa prática? A prática dos cinco ritos tibetanos restabelece expande a capacidade de manifestação de energia vital nos sete centros de energia, transmutando as energias densas que geram cansaço e estresse, gerando fortalecimento interior, muscular, alongamento, equilíbrio e leveza.

Uma vez que o corpo esteja com maior vitalidade, o apetite se torna mais leve, o sono mais profundo e aumento da conexão com a própria intuição. Processos criativos naturais também se abrem, já que há menos desgaste psicofísico com a busca de atingir o equilíbrio e encontrar a própria vitalidade.

4. Como ela complementa uma prática regular de Hatha Yoga?A sequência dos cinco ritos é uma prática curta, que pode ser executada tranquilamente em 20 ou 30 minutos, sejam quais forem as adaptações para quem sente dificuldade em um ou outro kriya durante o desenvolvimento da prática.

A prática contínua purifica todos os canais de energia vital, expandindo o seu fluxo pelo sistema endócrino de maneira direta e equilibrada, o corpo fica mais forte e mais leve e há mais espaço interno para poder absorver melhor os benefícios da prática do Hatha Yoga.

Parmatma Cris é hatha iogue e bailarina pela Royal Academy de Londres desde a adolescência. Há 15 anos Cris vem se aprofundando no caminho do Yoga, dança, antropologia e meditação. Shakti yogini iniciada em diversas vertentes do Yoga, foi professora residente do ashram Parmarth Niketan, de Rishikesh (Índia), onde conduziu práticas de Hatha e Kundalini Yoga, Cinco Ritos Tibetanos e Advaita Vedanta sob a orientação da Yogacharia, Sadhavi Adha Saraswati. Recebeu os ensinamentos de Kalachakra Lagutantra diretamente de SS o Dalai Lama após períodos de silêncio em retiros de Vipassana em Dharamsala. Há três anos residindo no Brasil, após ter se aprofundado nos conhecimentos e técnicas dos Cinco Ritos Tibetanos com monges, iogues, amigos e mestres na Tailândia, Índia, EUA e Europa, Parmatma Cris vem desenvolvendo uma linguagem única à prática dos Cinco Ritos Tibetanos.
23mai
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>Ashtanga Vinyasa Yoga durante a gravidez

>

Saiba mais sobre Carla Vollmer AQUI.

18mai
Em Geral

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>Viver em Ahimsa: a lei da não violência

>
Por Maya Tiwari (Extraído do livro Living Ahimsa Diet: Nourishing Love & Life)
Tradução: Madu Cabral

É um impulso divino dentro de nós buscar a paz – sentir-se bem, ter comida abundante, rir e prosperar na plenitude da vida. Nossa tendência natural é levar uma vida de não violência, que minha tradição chama de ahimsa. Viver em ahimsa é cultivar uma consciência pessoal e tornar isso, de forma consciente, um objetivo primário no dia a dia. É uma forma de viver que inclui tudo, do modo como pensamos à maneira que comemos; a forma que respondemos a tudo em nossa volta, de modo geral e específico.

Quando nos acostumamos a essa realização notável de conscientização, essa consciência imediatamente transforma nossos pensamentos, fala e ações, além de nos impedir de causar ferimentos, dor ou machucar outra pessoa ou qualquer ser vivo a qualquer momento. Em troca nossa saúde física é assegurada. Enxergamos beleza apenas pela mente imaculada de ahimsa: a mente de paz. Para experimentar essa realidade precisamos explorar a vida como seres conscientes. A forma védica de viver está enraizada no sistema de dharma ou lei cósmica.

Desde o princípio minha tradição preconiza a harmonia entre todas as pessoas e formas de vida e essa consciência levou às virtudes éticas que formam a base do estilo de vida hindu de não violência e compaixão – reverência a todas as formas de vida e proteção aos recursos da natureza. Mas, com o tempo, essa noção de harmonia se deteriorou dramaticamente dentro da minha própria tradição, assim como aconteceu em outras tradições também.

Influenciados como somos pela sempre mutante e instável paisagem da modernidade
– acompanhada pela ignorância e consciência aflita – a maioria das pessoas aprendeu a viver por meio de seus sentidos e desejos. Adotamos a ideia de que compaixão, harmonia e saúde podem existir separadamente da comida que comemos, do ar que respiramos, da água que bebemos e dos pensamentos que pensamos. Ignoramos o fato de que a comida sagrada da natureza para sustento da humanidade é um profundo presente de vida, de nutrição – ponto axial de toda a graça que se propaga. Comida nos dá a vida, portanto, devemos levar nossa atenção em preservar a harmonia e saúde da fonte de alimento da natureza. É hora de despertamos para a sabedoria do espírito humano e reconhecermos que a comida é o sustento primário da humanidade; sem comida o corpo acaba, a respiração desiste, a vida termina e o planeta morre.

Viver em ahimsa significa a vida de não violência em vez de uma vida violenta. Se o karma supremo da humanidade é manifestar harmonia durante essa época de transformações, então precisamos primeiro entender o que significa viver saudavelmente e em paz. Se estivermos seguros nesse conhecimento, podemos facilmente conseguir saúde e harmonia. Precisamos mudar nossos pensamentos e crenças. Para encontrar o tesouro do coração e colher saúde e prosperidade abundantes, precisamos nos comprometer a cultivar harmonia interna como prioridade. Fazendo isso, nos tornamos conscientes dos grandes desafios enfrentados pela mãe natureza, nossa fonte de luz, água e comida.

Essa mudança básica nos pensamentos nos guiará a mudanças em nossas vidas pessoais. Cada um de nós pode fazer mudanças significativas para preservar a paz, saúde e harmonia: tudo começa na consciência do ser.

A prática revolucionária de viver em ahimsa, que também chamamos de sadhanas no Ayurveda, desperta os sentidos e nossa habilidade para conectarmos com as energias maiores do universo. Você aprenderá a experimentar a sensação de completude pela arte de celebrar o corpo, a mente e a alma com amor e harmonia. Celebrando, você aprenderá a ouvir os sons de seu ser interno e ganhará acesso à sua medicina interna para curar a si mesmo, a natureza e todas as coisas que te rodeiam, sem remédios! Esse trabalho é de festejar a natureza, nutrindo pensamentos, fala e ação, e nutrir o corpo, a mente e o espírito em absoluta harmonia.

(Copyright2011 – Maya Tiwari Excerpt from Living Ahimsa Diet: Nourishing Love & Life)


Maya Tiwari (Mother Maya), participante confirmada do Yoga pela Paz 2011, serviu por mais de 25 anos como monja védica, pertencente da renomada linhagem védica de Vyasa, foi proclamada Líder de Paz Mundial pelo Parliament of the World’s Religions (Parlamento Mundial de Religiões) por seu proeminente trabalho em criar harmonia interna, saúde e bem-estar no mundo. Saiba mais AQUI.

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